quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Ser um Líder de Sucesso depende de quem?

2 Timóteo 4 : 7
“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”

Muito profundo esse texto de Timóteo, será que conseguimos aplicar toda essa sabedoria nos dias de hoje?
Tive oportunidades de vivenciar e frequentar milhares galpões onde se reúnem pra falar sobre as grandes obras e milagres de Jesus, aonde muitos denominam IGREJAS, será possível viver feliz assumindo as responsabilidades de liderar uma dessas congregações onde você lida diariamente e diretamente com pessoas de todos as personalidades e gênios, de Índoles distintivas que quase sempre estão utilizando de variações de humor e enormes doses de oscilação de hábitos?
Acho um tanto quanto desafiador assumir uma postura de líder e dedicar-se unicamente a ajudar o próximo e ensinar a palavra de Deus a conduzir um rebanho com segurança, ao conforto eterno ao lado do Pai, posso afirmar com experiencias pessoais que aquele que é um líder nato, quando assume publicamente esse dom, está assinando um contrato eterno de responsabilidades sociais e politicas que nem sempre lhe trazem felicidades, você assume riscos que colocam até mesmo sua vida conjugal em um elevado nível de periculosidade, prejudica suas noites de sono, desconfigura sua forma interior causando problemas físicos. Até onde vale a pena se sacrificar tanto em função de ensinar?
Em função de ver uma pessoa viver melhor naquilo que crer e acredita?
Por que ser um Líder no mundo religioso é de um grau de sacrifício maior que todas as outras lideranças?
Por que exortar, corrigir e fazer um liderado voltar ao caminho doí muito mais em quem faz a correção do que em quem recebe?
Por que nós como liderados, como ovelhas ou chame como quiser, quando nos sentimos confrontados a um erro cometido por nós mesmos, rejeitamos a atitude e procuramos outro lugar pra ser aceito, com esse erro, mas não assumimos?
É tão difícil caminhar com pessoas que não atingem a maturidade espiritual, física e pessoal, que ficam presas as infantilidades, meninices, fechadas em problemas internos utilizando da língua como ferramenta de destruição, de um ambiente que poderia ser intitulado como local de pessoas que proporcionam qualidade de vida e amor, mas não, sofremos com fofoquinhas com o desejo desenfreado de colocar o mundo dentro da igreja com uma frase tão ridícula que é: “tem nada a ver”, quando é que vamos ter consciência de que as coisas naturais explicam as espirituais que algumas de suas atitudes podem está indicando que você está doente e não sabe, que esse câncer espiritual pode sim ser resolvido a partir do momento que você entender algumas coisas como por que exemplo: aleijado é aquele que não consegue andar pra ajudar alguém, que não se locomove pra fazer o bem, que surdo é aquele que nunca tem tempo pra ouvir um amigo sem julgar e condenar mas simplesmente ouvir, que diabético é aquele que não sabe ser doce com ninguém que vivem com suas grosserias e achando o certinho da vez, que cego é aquele que não sabe olhar uma situação e trazer a solução, mas fica de longe pré-analisando o seu julgamento e finalmente, que MUDO é aquele que não sabe falar, se não for pra prejudicar alguém, que nunca vai dizer palavras de incentivo e sim muitos outros dialetos de destruição e pesam que com todo esse poder de sua língua, em um projeto perfeito de Deus na vida de um líder, O faz até pensar em desistir.

Diogo Hamlet