terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Criança que quer voltar


Eu vivi na pseudo idéia que ausência financeira me tirava do meio juvenil. Na minha
época não gostava muito de livros, estudar era exaustivo, não que fosse certo, mas a
rua me chamava. A diversão era minha meta. Voltar da escola era sempre um grande
presente, o tempo pós aula era muito curto e às vezes faltava tempo. O uniforme vivia
sujo, o almoço não tinha tanto sabor comparado ao compromisso com a rua quando ela
me chamava. Eram tempos de excelência e muita energia pra se gastar e nunca pensei
que esse momento fosse acabar. Acredito que essas lembranças alimentam a vontade
de continuar, defender a vida antitecnologica, a melanina de minha pele que mantinha-
se bronzeada. A alimentação depois de uma boa corrida na rua, muitas vezes, era bem
mais prazerosa que a própria refeição. Amigos se reuniam em esquinas, pintavam ruas,
inventavam brinquedos com artefatos de reciclagem espalhados pelas faixas verdes. A
prática de esportes era notória, mesmo sem recursos adequados, o futebol poderia ser
com um coco vazio, dentre outras modalidades criativas que só a mente infantil é capaz
de criar, sem estresse, sem preocupações, apenas cumprindo o papel de ser criança.
O contato corpo a corpo, a imunização de doenças, o ardor de um “merthiolate”, a
degustação de frutas diversas nos quintais alheios, o sorriso, a alegria, o contato... Por
que o mundo tem que evoluir? O que seria evolução? Deixar todos esses importantes
meios de crescimento humanitário? Abandonar todo e qualquer contato com a natureza
ou outros seres humanos por mísera conexão extra pessoal? Sinto saudade da época
em que a palavra “brincar” era sempre utilizada no coletivo. Sinto falta da época que
crianças saíam de suas casas pra encontrar-se com outras. Da época em que existia
resistência ao entrar pra tomar banho. O tempo não volta atrás e a ausência de humanos
se conectando no famoso “tet a tet” está cada vez menor. Eu não posso mudar o mundo,
não posso mudar o avanço da tecnologia, mas posso me manter vivo, desligar os
aparelhos e, mesmo assim, viver. Posso convidar você a encontrar aquela criança feliz,
que vivia OFF-Line.

Diogo Hamlet

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Tudo começou quando...

Dentro daquela sala, o silencio era causado pela a ausência de luz;

Reunião cabeça, conversas negras, sonhos gerados, premiados com a cruz;

Preta de leve e os seus três negões, ao barulho de jardins, de fotos, euforia;

Ambiente contagiado, vento soprando brisa, agradava a todos com alegria;


Fim de slide, acenderam as cores clareadas pela a luz do ambiente;

Deixam pretos os negros que sem luz branca, eram envolvidos completamente;

Aplausos de pé ao som de uma saída, a voz do povo pedia mais daquele momento;

Conseguia decifrar os arrepios, consegui ver o brilho do olhar, estavam atentos;


O azul da poesia entrava e saia, com a solução na mão todos se divertiam;

Mesa branca rodeada de pretos, seu valor enaltecido, só eles sabiam;

Foi diferente, foi divertido, sorri, vivi, aprendi. O que foi um dia, não será mais;

A cabeça foi feita, o mundo está clamando, ontem, hoje, amanhã, tanto faz;


Começou com umbigo, ampliou-se com a mulher que faria a diferença;

Adquiria formas com premiação das letras, agora queremos que aconteça;

Sei que o caminho é longo, dificuldades, barreiras e a profundidade da porta estreita;

Dentro de algumas frações de minutos se ouvirá falar: Grupo de Teatro Cabeça Feita.


Diogo Hamlet

terça-feira, 1 de novembro de 2011

COMENTÁRIOS de um GAY sobre o movimento gay

Tive acesso a esse texto por e-mail através da minha querida amiga Viviane Zion (http://vivianebenzion.blogspot.com/), depois de ler pude observar que, esse texto resume com louvor o que penso sobre toda essa onda de defesa do direito gay e suas diversas paradas, não sou preconceituoso e muito menos homofóbico, só acho desnecessário tanta evidência ao assunto.

Diogo Hamlet



Tenho 42 anos, sou gay, torcedor do corinthians, advogado e moro em Londres.

Nunca sofri nenhum tipo de discriminação em virtude de minha orientação sexual.

E como gay, penso que tenho alguma autoridade nesse assunto.

Primeiramente - e já contrariando a turba - gostaria de expressar minha sincera simpatia pelo Deputado Bolsonaro, que no fundo deve ser uma pessoa de uma doçura ímpar, apesar de suas manifestações "grosseiras e/ou politicamente incorretas".

Mas ele está corretíssimo em suas ponderações sobre as ideais dos gays brasileiros.

Vou direto ao assunto.

Nunca tive problemas em ser homossexual porque sou uma pessoa comum, quase igual à vida de qualquer heterossexual.

Esse negócio de viver a vida expressando diuturnamente sua sexualidade é uma doença.

A sexualidade é algo que se encontra na esfera da intimidade e não diz respeito a ninguém.

Não tenho trejeitos e não aprecio quem os tem.

Para mim, qualquer tipo de extremo é patológico.

Minha vida é dedicada e focada em outras coisas, principalmente o trabalho.

Outros, como doentes que são, vivem a vida focados na sexualidade.

O machão grosseiro e mulherengo ou a bicha louca demonstram bem estes extremos.

Qualquer tipo de pervertido ou depravado (como a Preta Gil), o pedófilo, estão neste mesmo barco.

Nunca fui numa parada gay e jamais irei, pois para mim aquilo é um circo de loucas horrorosas, uma apologia à bizarrice e à cocaína.

Sejam francos e falem a verdade!

Hoje aplaudimos o bizarro e a perversão doentia e ainda levamos nossos filhos pra assistir esses desfiles.

Se a parada gay realmente fosse um ato político, relembrando sua real importância histórica, muita bem caberia no carnaval - abrindo o desfile das escolas de samba. Muito mais apropriado.

Está rolando sim, um movimento das bichas enlouquecidas, no

sentido de transformar o mundo num grande puteiro-hospício gay.

Eu tenho um sobrinho de 11 anos e nunca senti a necessidade de explicar para ele que o "titio é gay" - isto é uma palhaçada.

As crianças devem ser educadas no sentido de respeitar o próximo e ponto.

Isto engloba tudo.

Se pararmos para olhar como o mundo se encontra, temos que reconhecer que o modelo de educação que se desenvolve há décadas foi criado no sentido de deseducar e desestruturar cultural e intelectualmente as massas.

Universidades por todo mundo vomitam milhões de pseudos-intelectuais todos os anos, mas tudo piora a cada dia e caminhamos a passos largos para o buraco.

Todos os governos do mundo conspiram contra seus próprios cidadãos e se transformaram em grandes máfias, junto com os Bancos e as Corporações estão levando tudo, inclusive (e principalmente) nossa própria humanidade.

A corrupção se alastra pelo globo e nunca vimos tantas guerras e descrições que vão desde o aspecto moral, até o material - a destruição de nosso próprio planeta.

A coisa está tão feia, mas tão feia, que somente uma intervenção "divina" é capaz de frear nossos insanos governantes e a turba alucinada.

E digo mais !

A fonte desse movimento encontra-se dentro da Rede Globo, onde a viadagem anda solta, desde muito tempo atrás.

Os maiores interessados no crescimento desse movimento gay são osdiretores dessa TV desumana, a Globo, que no fundo no fundo, incita as crianças e jovens a assumirem um lado feminino, que em tese, às vezes nem existe de fato.

Se ninguém disser um chega BEM ALTO a essa gayzada frenética, a coisa sairá dos limites - como já está saindo.

Essa é a expressão de milhares e milhares de pessoas, para não dizer milhões.

Os gays precisam de amor e compreensão, não de fanatismo apregoado pelas bichas ensandecidas.

Marco Maia