terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Cotidiano


Dias intensos e cheios de atividades. Como é bom chegar em casa depois de horas de muita atividade e ter a sensação de missão cumprida, sempre gostei de viver na ralação, as vezes sinto que não agüento esse ritmo, só que quando se faz o que gosta, ao acordar suas forças estão renovadas. Em, especial esse ano, está sendo um dos melhores. Estou há algum tempo sem desfrutar da inutilidade parasita da tal televisão, depois de muito tempo descobri a paz de não ouvir nenhum tipo de música relacionada ao carnaval. Estou muito feliz em não ter espaço na agenda pra mais nada, além do trabalho artístico e aperfeiçoamento profissional em todas as minhas áreas de atuação, sinto que Deus tem honrado cada passo que dou, quero aqui em especial agradecer a minha esposa (a Jornalista Telma Martes), que tem sido paciente ao extremo comigo por está várias horas fora de casa. Bom, acho que estou exausto por de mais para prolongar meus textos, por isso vou resumir meus pensamentos literários e acadêmicos. Hoje, ultimo dia de carnaval, só tenho motivos pra sorrir, e quero compartilhar com você, leitor do meu blog, essa alegria que estou transbordando, e pra que possa desfrutar comigo um pouco dessa alegria, assista ao meu ultimo trabalho:

Funk da Escova Progressiva (Parte 1)


Funk da Escova Progressiva (Parte 2)

Diogo Hamlet

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

BIG BROTHER BRASIL UM PROGRAMA IMBECIL

Curtir o Pedro Bial
E sentir tanta alegria
É sinal de que você
O mau-gosto aprecia
Dá valor ao que é banal
É preguiçoso mental
E adora baixaria.

Há muito tempo não vejo
Um programa tão 'fuleiro'
Produzido pela Globo
Visando Ibope e dinheiro
Que além de alienar
Vai por certo atrofiar
A mente do brasileiro.

Me refiro ao brasileiro
Que está em formação
E precisa evoluir
Através da Educação
Mas se torna um refém
Iletrado, 'zé-ninguém'
Um escravo da ilusão.

Em frente à televisão
Longe da realidade
Onde a bobagem fervilha
Não sabendo essa gente
Desprovida e inocente
Desta enorme 'armadilha'.

Cuidado, Pedro Bial
Chega de esculhambação
Respeite o trabalhador
Dessa sofrida Nação
Deixe de chamar de heróis
Essas girls e esses boys
Que têm cara de bundão.

O seu pai e a sua mãe,
Querido Pedro Bial,
São verdadeiros heróis
E merecem nosso aval
Pois tiveram que lutar
Pra manter e te educar
Com esforço especial.

Muitos já se sentem mal
Com seu discurso vazio.

Pessoas inteligentes
Se enchem de calafrio
Porque quando você fala
A sua palavra é bala
A ferir o nosso brio.

Um país como Brasil
Carente de educação
Precisa de gente grande
Para dar boa lição
Mas você na rede Globo
Faz esse papel de bobo
Enganando a Nação.

Respeite, Pedro Bienal
Nosso povo brasileiro
Que acorda de madrugada
E trabalha o dia inteiro
Da muito duro, anda rouco
Paga impostos, ganha pouco:
Povo HERÓI, povo guerreiro.

Enquanto a sociedade
Neste momento atual
Se preocupa com a crise
Econômica e social
Você precisa entender
Que queremos aprender
Algo sério - não banal.

Esse programa da Globo
Vem nos mostrar sem engano
Que tudo que ali ocorre
Parece um zoológico humano
Onde impera a esperteza
A malandragem, a baixeza:
Um cenário sub-humano.

A moral e a inteligência
Não são mais valorizadas.

Os "heróis" protagonizam
Um mundo de palhaçadas
Sem critério e sem ética
Em que vaidade e estética
São muito mais que louvadas.

Não se vê força poética
Nem projeto educativo.

Um mar de vulgaridade
Já se tornou imperativo.

O que se vê realmente
É um programa deprimente
Sem nenhum objetivo.

Talvez haja objetivo
"professor", Pedro Bial
O que vocês tão querendo
É injetar o banal
Deseducando o Brasil
Nesse Big Brother vil
De lavagem cerebral.

Isso é um desserviço
Mal exemplo à juventude
Que precisa de esperança
Educação e atitude
Porém a mediocridade
Unida à banalidade
Faz com que ninguém estude.

É grande o constrangimento
De pessoas confinadas
Num espaço luxuoso
Curtindo todas baladas:
Corpos "belos" na piscina
A gastar adrenalina:
Nesse mar de palhaçadas.

Se a intenção da Globo
É de nos "emburrecer"
Deixando o povo demente
Refém do seu poder:
Pois saiba que a exceção
(Amantes da educação)
Vai contestar a valer.

A você, Pedro Bial
Um mercador da ilusão
Junto a poderosa Globo
Que conduz nossa Nação
Eu lhe peço esse favor:
Reflita no seu labor
E escute seu coração.

E vocês caros irmãos
Que estão nessa cegueira
Não façam mais ligações
Apoiando essa besteira.

Não deem sua grana à Globo
Isso é papel de bobo:
Fujam dessa baboseira.

E quando chegar ao fim
Desse Big Brother vil
Que em nada contribui
Para o povo varonil
Ninguém vai sentir saudade:
Quem lucra é a sociedade
Do nosso querido Brasil.

E saiba, caro leitor
Que nós somos os culpados
Porque sai do nosso bolso
Esses milhões desejados
Que são ligações diárias
Bastante desnecessárias
Pra esses desocupados.

A loja do BBB
Vendendo só porcaria
Enganando muita gente
Que logo se contagia
Com tanta futilidade
Um mar de vulgaridade
Que nunca terá valia.

Chega de vulgaridade
E apelo sexual.

Não somos só futebol,
baixaria e carnaval.

Queremos Educação
E também evolução
No mundo espiritual.

Cadê a cidadania
Dos nossos educadores
Dos alunos, dos políticos
Poetas, trabalhadores?
Seremos sempre enganados
e vamos ficar calados
diante de enganadores?
Barreto termina assim
Alertando ao Bial:
Reveja logo esse equívoco
Reaja à força do mal.

Eleve o seu coração
Tomando uma decisão
Ou então: siga, animal.

Antônio Barreto
Antonio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara/Bahia-Brasil.
Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vieram ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente.
Graduado em Letras Vernáculas e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira.
Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia.
Vários trabalhos em jornais, revistas e antologias, tendo publicado aproximadamente 100 folhetos de cordel, abordando temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos.
Antonio Barreto também compõe músicas na temática regional: toadas, xotes e baiões.



Ps. Faço dessas singelas palavras as minhas.

Diogo Hamlet

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Detalhes


O apego a pequenos detalhes, pode ou não fazer grandes diferenças. Falar de “pequenos” detalhes é muito interessante, primeiro porque pode fazer consideráveis diferenças e segundo porque pode fazer destruidoras diferenças, o texto começa meio redundante, mas de certa forma é bem proposital. Ultimamente, observando o meu cotidiano, me encontrei diversas vezes sendo acometido, por míseros pequenos detalhes que fizeram toda a diferença no meu dia, não vou aqui citar quais foram eles, até mesmo por que não é esse o foco do meu texto, além do mais quero deixar bem claro que adoro os pequenos detalhes, desde que os mesmo sejam para fazer alguém sorrir, para transformar o dia de alguém em motivação pra continuar. A minha pergunta é: por que existem pessoas que, não satisfeitas com seu dia, com sua vida, precisam se apegar a detalhes tão insignificantes pra infernizar a vida de alguém? Talvez a palavra “infernizar” seja muito forte, porem hoje ela se encaixa perfeitamente no que senti. Com tempo tenho aprendido que os “detalhes” são muito importantes. Ao longo da minha curta experiência de vida, vários deles me moldaram de forma que atualmente consigo refletir sobre sua eficácia antes de utilizá-lo, fazer a diferença na vida de alguém é relevar aquele momento que as palavras vêm à boca, mas podem ser pesadas antes de emitidas, esse é um detalhe que com certeza vai fazer você crescer. Como colocar palavras na balança? Simples, você só precisa pensar: Em que a atitude da pessoa te afeta? Qual é a minha intenção ao falar? Vai ser bom pra mim e pra pessoa ouvir o que tenho a dizer? Posteriormente, pese o quanto isso seria importante ou não dizer, se ainda assim achar que deve, certifique-se que seja dito de forma sutil, não agredindo verbalmente. Uma vez que a palavra é lançada, ela não volta mais e sempre associo os “detalhes” a um copo de vidro que, se deixado cair no chão vai quebrar, o fato de pedir desculpas, não vai fazer volta-lo a ser copo. Pra finalizar, quero deixar um conselho ou uma dica entenda como quiser, se algo te incomoda, perturba, te faz mal, saiba como reaver seus direitos de sanar o problema com sabedoria, deixando de lado a minúcia que machuque outra pessoa e se quer fazer alguém feliz, se afogue em pormenores que arranque sorrisos, assim o seu valor como pessoa, amigo, companheiro, irmão, filho, marido, chefe e etc... vai ser reconhecido, percebido e invejado, quer expandir felicidade? Comece fazendo alguém feliz, você.

Diogo Hamlet

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Posso até perdoar, mas nunca esquecer


Definitivamente não consigo entender as diversas formas de amar. O que realmente me deixa muito feliz é não ser capaz de entender como amar, mas entender quem amar. Recentemente estou tentando ajudar um amigo que sofre DIARIAMENTE, é em caixa alta mesmo pra ficar enfatizado, com desconfianças, cobranças, acusações, premonições, encerrados com um: “Não quero brigar, quero ficar bem com você porque Eu te Amo”. Hã? Quer ficar bem? Um Tabu que, não sei se devo chamar assim, porém assombra praticamente toda a humanidade que é a questão da “traição”. O homem é condicionado a isso, influenciado pela a massa midiática que só pregam a facilidade sexual e a traição como válvula de escape, as mentes fracas, supostamente e erroneamente denominadas garanhões, os super, mega ultra espertos, que adotam essa prática insana e babaca, desculpem o termo só SE FODEM no final. Acabam por perder uma companheira dedicada, que tinha todos os atributos possíveis para ser a mulher da sua vida. Ok, Ok, chega. Hoje em dia sabemos que isso pode também ser um fator inverso ainda que considere raro pelo o que costumo ver, bom, mas o fator principal do meu texto hoje é PERDÃO, observe que muitas palavras estão em caixa alta, logo vai entender O porquê. Pós traição, choro, sofrimento, olhares piedosos da sociedade e vários outros sentimentos vergonhosos que a pessoa passa, vem à reflexão sobre os fatos. Porque eu? Porque comigo? Eu que sempre fiz de tudo e bla bla bla bla, logo após todas essas bagagens de sentimentos e frustrações, você percebe que ama essa desgraça que arruinou sua vida, e aí? Perdoar? Não consigo chegar a uma conclusão do que realmente acontece no coração e na mente humana, mas de uma coisa eu sei, as suas atitudes falam muito por você. A pessoa VIVER o arrependimento, é um ponta pé inicial, ser fiel e valorizar a pessoa com quem se relaciona é um segundo passo, porém, faça isso por você, deixe isso tatuado no seu caráter, nunca faça isso por um outro alguém que não seja você mesmo. O terceiro ponto e aqui eu considero como mais importante é: Quem oferece o perdão, de fato deve perdoar, ainda que não esqueça apenas camufle, deve agir com o coração quando oferecer o perdão, praticamente todas as mulheres NÃO SABEM como fazer isso, uma vez que o parceiro erre, em sua mente existe um dispositivo que condiciona o pensamento a achar que todos os dias ela está sujeita a passar pelas as mesmas coisas novamente. QUE de fato é totalmente compreensível, na minha visão existem duas três saídas para esse tipo de situação:
1ª – Não volte para essa pessoa, enfrente esse sentimento que te pressiona a voltar e vai ser feliz sem esse terror do passado te assombrando.
2ª – Perdoe de coração essa pessoa e vendo a mudança de comportamento, atitudes e pelo menos a tentativa delas, procure manter a paz, lembrando que pra quem se arrepende, não existe orgulho nas atitudes errôneas e jogar na cara não vai ajudar, vão ser duas PESSOAS, marcadas pelo passado, tendo dificuldades de amar novamente.
3ª – Assuma que não perdoou, e tente se tratar, caso você realmente entenda que essa pessoa é a aquela que veio com defeito de fabricação pra completar sua vida. Agora sufocar quem quer mudar com cobranças, controles, pressão e tantos outras formas de ataque, só vai plantar nele(a) a vontade de ser aquilo que você tanto diz que ele(a) é.

Finalizando, preocupado com o rumo que os relacionamentos estão tomando nesse século e por tudo que já passei, achei por bem, publicar esse texto, deixando aqui uma experiência de vida da qual me “envergonho muito”, mas que, Graças a Deus e ajuda dos que me amam e conseguem enxergar em nós uma família feliz, estamos de pé, nos enraizando cada dia mais, sendo regados pela a água da vida que é Cristo Jesus.

Ps.: Leia os textos em negrito e caixa alta de baixo pra cima.

Diogo Hamlet

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Vivendo e Aprendendo


Gritos de socorro são abafados pelos os que mais precisam de ajuda. A todo o momento somos abordados por pessoas com problemas diferentes como: trabalho, relacionamento e aceitação. Não quero generalizar em dizer que a vida se resume a isso, ainda que, os indícios de que tudo gira em torno deles sejam de fato muito claros, precisamos ir com calma nas avaliações. Nesses poucos anos de vida que tenho, aprendi com alguns obstáculos que as três variações dos itens sobre a vida citados acima, tem uma familiaridade com o estilo de vida que levo, por quê? Bom, preciso de um trabalho. E não preciso dar detalhes do por que. Relacionamento, se relacionar é pré-requisito pra uma vida saudável tanto fisicamente como espiritualmente, é preciso ter com quem conviver seja companheiros, cônjuges ou amigos. Aceitação! Acho que o conflito está aqui. Se aceitar é uma das dificuldades que no meu caso especifico teve o maior peso, sou espontâneo, feliz, extremamente brincalhão, amigo, preocupado, carinhoso, focado e ignorante (no sentido se ser grosso as vezes), isso me torna uma pessoa diferenciada, não melhor, apenas diferente, o que é fora dos padrões é interessante, a novidade sempre será atrativa. O que de fato foi a maior dificuldade? Então, foi exatamente aceitar que sou uma pessoa assim, foi entender que tudo que aconteceu durante a minha formação, contribuiu pra fosse implantando em mim esse caráter, as dificuldades encontradas na minha curta jornada, foram suficientes para eu me encontrar. Daí então comecei a perceber que, existiu e existem pessoas que foram pontos fortes no meu processo de aceitação, pessoas essas que hoje são bem mais próximas hoje, como por exemplo: Telma Martes (minha esposa), foi um alicerce fundamental, para minha persistência, hoje consigo ver com muito mais clareza o comum entre a tríade que criei, o meu texto hoje, não é um desabafo é um incentivo, pode ser que hoje você não saiba o objetivo de existir, pode até achar que pra você nada vai dar certo, pode pensar que precisa mudar seu jeito de andar, falar e vestir pra se encaixar na sociedade, eu posso te falar com propriedade que o que você realmente precisa é se aceitar.

Diogo Hamlet