quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Manda quem pode, obedece quem tem juízo...


Bom dia amigos blogueiros e leitores dessa página, a minha vida tem se transformado em um trem bala sem freio, quanta coisa acontecendo em velocidade luz, tenho grandes dificuldades com algumas coisas da vida, como exemplo, administrar alguns sonhos que tomaram proporções maiores que eu imaginava, não que isso seja ruim, mas pra que a eficácia e qualidade do sonho continue como sempre quis é preciso tomar umas decisões mal interpretadas e coagidas a se transformar em traíragem ou até mesmo descaso com vinculo estabelecido, mas como já dizia um amigo meu: “Quem tem dó do coitado, fica no lugar dele.” Quer saber se é fácil está na minha posição? Assume o projeto no meu lugar.
 
Existe um sentimento que as pessoas confundem na hora de fazer negócios. Se relacionar com alguém com o objetivo contratar um serviço é uma atividade comum para todos, mas que traz dúvidas sobre como se encaixa a amizade, simpatia e o profissionalismo nesse contexto.

Dá a impressão que no mercado corporativo, estas qualidades caminham de forma distinta, que uma prevalece ou substitui a outra.
Veja a diferença de percepções e crenças sobre esses valores. É como que ser simpático e estabelecer um vínculo de amizade, fossem suficientes para promover relações duradouras e trazer resultados rentáveis e o profissionalismo não precisasse existir.

Desde quando que relacionamento e negócio rentável não têm tudo a ver com profissionalismo onde o conhecimento do serviço nesse caso específico uma modalidade atlética de arte marcial (Jiu-Jitsu), não trás transparência na relação, ética na conduta. Postura educada se alinham e fazem que a relação de ganho seja boa para os dois lados e se crie o vínculo neste relacionamento.

Só é perene e consistente quando a relação de ganho é boa para os dois lados e assim fica estabelecida a troca. Quantas vezes presenciamos cenas onde o professor se utiliza de agrados e falsos discursos para conquistar o aluno, aquela pessoa que, no fundo, quer simpatia, cortesia sim, pois acredita que profissionalismo é parte inerente da troca, não é o diferencial.

Esta simpatia, algumas vezes “amizades” que se criam quando acontecem as relações de troca, não tem nada de errado, pelo contrário, nos faz mais calmos, nos descontraem e a conversa rola solta, vinculo este que se leva pro resto da vida, exatamente por que os primeiros passos na arte marcial foram dados e ensinados por esse amigo. Nós devemos ficar atentos para conhecer cada um de nossos alunos, sobre a forma e maneira que merecem ser tratados e respeitados, independente de como foi meu dia ou do que eu passei em uma outra situação, ninguém é culpado de nada e os treinos pra muitos é um válvula de escape.

Não dá para avançar o sinal, os olhos, as mãos e principalmente o corpo, fala. E como fala.

É tão prazeroso fechar um negócio quando as duas partes sentem o dever cumprido e os olhares se cruzam numa sensação de saúde e bem-estar. Por que esta mania de achar que relações têm que ser suadas, duras, demoradas e estressantes para valer a pena? Como se amizade, confiança, simpatia e muito profissionalismo não fossem capazes de trazer sucesso e tranquilidade para cada um de nós.

Que tal nos desarmarmos e nos conscientizarmos que queremos mimos, agrados, abraços quando participamos de uma relação de troca na base da uma confiança já cultivada e continuamente preservada pelas nossas atitudes e valores verdadeiros?

Como diz um poeta - vale a pena quando a alma não é pequena”.


ProAsas – Um projeto que visa, Apoio, Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, venha você também fazer parte desse projeto.

Diogo Hamlet